Foto: Diego Wladyka

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e a cúpula da Lava Jato se reuniram, nesta segunda-feira (13), na Universidade Positivo, para debater a corrupção.

O Congresso Nacional Sobre Macrocriminalidade e Combate à Corrupção foi promovido pela Escola da Magistratura Federal do Paraná (Esmafe-PR) e pela Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe).

O diretor da Esmafe-PR, André Wasilewski Duszczak, agradeceu à CBN pela divulgação do congresso e ao público, que lotou o auditório da universidade.

Para a juíza federal da 13º Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, o congresso foi uma celebração dos cinco anos da Operação Lava Jato.

A conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Maria Tereza Uille Gomes, falou no Congresso sobre como a inteligência artificial pode colaborar com a Operação Lava Jato.

A juíza Gabriela Hardt repercutiu a fala do ministro Sérgio Moro, durante a palestra dele. Moro falou da consolidação dos avanços da operação até aqui e em evitar retrocessos. A juíza defendeu a permanência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), no Ministério da Justiça.

Após o evento, o ministro Sergio Moro afirmou que considera “possível” a aprovação ainda em 2019 do pacote de medidas anticrime que encaminhou ao Congresso Nacional. O juiz federal da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, afirmou que o projeto é inteligente e elogiou a ida de Moro ao ministério.

Outro palestrante do Congresso foi o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Vladimir Passos de Freitas. Ele falou do risco de inconstitucionalidade do decreto do presidente Jair Bolsonaro que facilita o porte de arma para um conjunto de categorias.

O Congresso contou com doze horas de debates e palestras, divididos em cinco painéis.

Repórter Lucian Pichetti