Curitiba tem nova briga entre taxistas e suposto motorista do Uber

A madrugada foi mais uma vez de confusão envolvendo motoristas de taxi e o serviço alternativo Uber em Curitiba e desta vez a situação virou caso de polícia.

Um rapaz teria sido confundido com motorista da plataforma e teve o carro danificado por taxistas que aguardavam clientes em frente a um bar no Batel.

A polícia foi acionada para conter a briga e os envolvidos encaminhados para o 12ª Batalhão da PM.

As informações da Polícia Militar são de que a confusão começou por volta as 2h30 da madrugada, na Rua Bispo Dom José.

Um rapaz que esperava a irmã dele sair de um bar teria sido confundido com um motorista do Uber e teve o carro danificado por taxistas que trabalhavam na região.

Ainda segundo a PM, as agressões motivaram o rapaz a ligar para um irmão dele, que é o proprietário do veículo e Policial Militar, mas que estaria de folga.

A polícia confirma que houve desentendimento, mas não dá mais detalhes.

Uma equipe do 12º Batalhão foi acionada e foi até o local para conter a briga. Na sequencia, encaminharam os envolvidos para o cartório da unidade, onde eles assinaram termo circunstanciado e foram liberados.

De acordo com a União dos Taxistas de Curitiba, quatro motoristas de táxi e um passageiro teriam sido agredidos pelo policial. O grupo cobra agora a identificação do PM e providências.

Desde junho Curitiba e região tem registrado casos pontuais de confusões e agressões envolvendo motoristas dos dois serviços de transporte de passageiros.

As primeiras brigas aconteceram durante um fim de semana, já no final daquele mês, quando a Polícia Militar foi acionada inúmeras vezes pela população em diversos pontos de Curitiba e também em São José dos Pinhais. Naquela ocasião os desentendimentos teriam começado no Aeroporto Afonso Pena e se estendido para bairros centrais de Curitiba.

Os taxistas reclamam da atuação do Uber na cidade, já que ele não é regulamentado e por isso considerado clandestino.

Já os profissionais que atuam como motoristas pelo aplicativo cobram a regulamentação do serviço de carona compartilhada.

Um projeto de lei que prevê a liberação da atividade está em tramitação na Câmara Municipal, mas não tem previsão para ir a plenário. A expectativa é de que a votação aconteça ainda neste semestre.

Na Assembleia Legislativa, outra proposta pretende proibir a atuação do aplicativo em um primeiro momento e obrigar o estado a fazer a regulamentação do serviço em até 180 dias.

Repórter Cristina Seciuk



Categorias:Polícia

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1 resposta

  1. Os taxistas só falta proibir andar a pé para explorar o curitibano cobrando preços altíssimos. Principalmente de madrugada e finais de semana.

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