Famílias tentam impedir fechamento de projeto de ginástica da UFPR

Foto: Facebook/Circo UFPR

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As famílias de crianças e jovens atendidos pelo projeto de ginástica e circo da Universidade Federal do Paraná vão recorrer ao Ministério Público para evitar que as atividades sejam encerradas.

Em funcionamento desde 1997, o projeto teve os recursos cortados pela administração da universidade.

O destino ainda é incerto para 120 crianças, jovens e adolescentes atendidos pelo projeto comunitário de ginástica e circo do Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Paraná.

Em atividade há 20 anos, completados este mês, o projeto corre o risco de parar de funcionar depois de ser reprovado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da instituição.

O projeto é tocado com a ajuda de três bolsistas, mas na seleção mais recente que foi feita para a distribuição das bolsas o projeto não foi contemplando, o que pode inviabilizar a continuidade das ações.

Para tentar manter o projeto de portas abertas, as famílias de crianças atendidas buscam alternativas. A consultora financeira Liliani Roncato Klemz afirma que o projeto beneficia de fato a comunidade e não deveria ser ameaçado.

Na tarde desta sexta-feira (12) um grupo de mães vai ao Ministério Público para tentar providências.

O coordenador e um dos idealizadores do projeto, Sérgio Abrahão, defende que as atividades são baratas para a universidade, além de beneficiarem os acadêmicos da Educação Física, que precisam de formação prática.

Em meio às reclamações, a coordenadora de extensão da Pró-reitoria, Iara Thielen, afirma que a não manutenção das bolsas para o projeto de ginástica e circo não foi uma escolha. Ela destaca que são centenas de projetos e programas que pleiteiam as limitadas bolsas da Universidade e que uma série de critérios é seguida para fazer a distribuição.

Mesmo sem recursos, o coordenador do projeto de ginástica destaca que as atividades – realizadas de segunda a sexta-feira no campus Jardim Botânico – estão mantidas por enquanto.

Segundo Sérgio Abrahão, não é possível afirmar até quando o projeto continua, mas os esforços seguem.

Repórter Cristina Seciuk



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1 resposta

  1. Como faz para gravar depoimento? quero deixar gravado minha indignação e meu apoio.

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