Delator Zwi Skornicki passa a cumprir prisão domiciliar

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Após mais de cinco meses preso, o operador Zwi Skornicki colocou uma tornozeleira eletrônica e passa a cumprir prisão domiciliar. O delator é acusado mediar pagamentos de propina ao PT.

Os detalhes da decisão judicial que autorizou a mudança para o regime domiciliar estão sob sigilo. A Justiça Federal no Paraná apenas divulgou que, nesta sexta feira (12), o engenheiro Zwi Skornicki, colocou uma tornozeleira eletrônica e passa a cumprir prisão domiciliar.

O operador foi preso em fevereiro na 23ª fase da Lava Jato, batizada de operação Acarajé. Na mesma fase foram presos o ex-marqueteiro do PT, João Santana, e a sócia e esposa dele Mônica Moura.

Zwi Skornick é acusado de intermediar o repasse de quatro milhões e meio de dólares aos marqueteiros, e ao ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. O operador é o representante do estaleiro Keppel Fels no Brasil. A propina teria sido paga pela empresa ao PT. Os valores teriam sido desviados de contratos de quatro plataformas da Petrobras e de um estaleiro da Sete Brasil.

Em junho, Zwi Skornick assinou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Ele responde por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Repórter Ana Kruger



Categorias:Lava Jato

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