Vocês ouvintes sabem se precisam de seguro de vida?
Pois é, muita gente não sabe. Vamos lá.
O seguro cobre um risco. Enquanto o seguro de automóvel cobre o risco de você ter o carro roubado ou batido, o de vida cobre o risco de você se invalidar ou falecer e deixar alguém desamparado financeiramente.
Logo, seguro de vida é mais indicado a jovens que ainda não acumularam o suficiente e àqueles trabalhadores que têm dependentes. Se você tem vinte e poucos anos e não é casado ou tem filhos, uma previdência privada poderia ser uma opção, mas, se você tem família, o seguro de vida é indispensável.
Agora, não adianta ter muitos seguros ruins.
O correto é calcular o montante que seria necessário para garantir uma renda pelo resto da vida para você ou sua família no caso de sua invalidez ou morte.
Assim como fazemos com o seguro do nosso carro, devemos procurar um corretor de nossa confiança. Ele vai pesquisar o preço em várias seguradoras e identificar o melhor custo/benefício para o nosso caso.
Aí, sim, contratamos um bom seguro, numa seguradora sólida, e não um monte de seguros, cujos prêmios mensais que pagamos, embora baixos, não nos garantem renda suficiente no caso de um sinistro. Que servem só para o gerente do banco, ou o corretor da seguradora, cumprir a meta deles e não a nossa.

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