Crédito: Confederação Brasileira de Vôlei
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Crédito: Confederação Brasileira de Vôlei

Você se lembra do vitorioso time de vôlei feminino do Rexona no final dos anos 90 e início dos anos 2000? O Ginásio do Tarumã lotava de torcedores para acompanhar a equipe comandada por Bernardinho e com grandes atletas em quadra, como Fernanda Venturini e Érika. Pois bem, esse foi o auge do voleibol em Curitiba. Desde 2003, a cidade não tem times disputando a Superliga Nacional de Vôlei.

Mas será que é possível formar uma nova equipe com força para brigar por títulos e para atrair o público curitibano? O ponteiro Lipe, nascido na cidade e campeão olímpico no Rio 2016, acredita que sim. Ele revelou que o Clube Curitibano estaria interessado em montar um time para a Superliga.

Mas, para que isso seja possível, Lipe afirmou que é importante contar com apoio de empresários locais. O atleta disse ainda que já conversou com o prefeito Gustavo Fruet, já que o apoio do poder público também é fundamental.

Nas poucas vezes em que as seleções de vôlei jogaram na Grande Curitiba nos últimos anos, o público compareceu em peso. Em maio deste ano, o time feminino disputou dois amistosos em São José dos Pinhais com ginásio lotado. No último sábado, a equipe masculina jogou na Arena da Baixada para mais de 33 mil pessoas.

O sucesso do amistoso, diante de Portugal em um estádio de futebol, levou a Confederação Brasileira de Vôlei a cogitar a realização de mais partidas na Arena. De acordo com informações do site globoesporte.com, a CBV estuda a possibilidade de disputar uma fase da Liga Mundial no estádio do Atlético Paranaense em 2017.

Repórter Tabata Viapiana

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