Foto: Receita Federal / Paraná Portal
Foto: Receita Federal / Paraná Portal

Cerca de 2 mil caminhões permanecem parados no Porto Seco de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, esperando por atendimento.

É o reflexo da paralisação dos auditores da Receita Federal, que completou dois meses. São 500 caminhões dentro do Porto e outros 1500 do lado de fora. Setecentos caminhões são do Paraguai e outros 100 da argentina.

Os auditores estão liberando apenas cargas perigosas, vivas, perecíveis e carregamentos com sementes, fertilizantes e medicamentos.

O Porto Seco de Foz do Iguaçu é considerado o maior da América Latina.

De acordo com Alfonso Burg, presidente da delegacia sindical de Foz do Iguaçu, que representa os auditores, no início de julho deste ano, os auditores iniciaram uma operação padrão.

O objetivo é pressionar o Governo Federal para que cumpra um acordo feito em março, com um reajuste salarial de 21% dividido em quatro anos. O projeto ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.

A mobilização dos auditores fiscais acontece também em outros estados. Nesta sexta (9) acontecem assembleias locais para uma avaliação do movimento.

Na segunda-feira o Sindifisco Nacional, que representa os auditores em todo o país, deve emitir um posicionamento sobre os rumos da paralisação.

Repórter Fábio Buchmann

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