Foto: colaboração ouvinte

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Passageiros dos municípios de Rio Branco do Sul, Itaperuçu e Almirante Tamandaré que utilizam as 12 linhas operadas pela Viação do Sul enfrentam atrasos ou falta de circulação dos ônibus nesta manhã.

Os problemas começaram por causa de uma manifestação organizada pelo sindicato dos motoristas e cobradores por causa de suposto assédio moral dentro da empresa.

Passageiros dos municípios de Rio Branco do Sul, Itaperuçu e Almirante Tamandaré que utilizam as doze linhas operadas pela Viação do Sul enfrentam atrasos ou falta de circulação dos ônibus nesta manhã.

Os problemas começaram por causa de uma manifestação organizada pelo sindicato dos motoristas e cobradores por causa de suposto assédio moral dentro da empresa.

Os transtornos para os usuários começaram logo cedo, com atraso na saída dos coletivos da garagem. Os que foram para as ruas acabaram alvo de depredação, como conta o Claudionor do Rocio Pedroso, que pega a Rodovia dos Minérios todos os dias a caminho do trabalho.

Segundo a empresa, a mobilização promovida pelo sindicato se iniciou às 4h da madrugada, quando os ônibus começariam a deixar a garagem, conforme a tabela de horários.
As primeiras linhas foram atrasadas em pelo menos vinte minutos, o que gerou uma reação em cadeia segundo o gerente de RH da Viação do Sul, Artur Soares de Oliveira Junior.

O representante da empresa afirma que as movimentações do sindicato foram motivadas por uma circular interna, que definia mudanças na escala de trabalho e que tinha como a intenção tentar entender as causa de quebras constantes em veículos de determinadas linha. Ele ainda nega qualquer prática que possa ser compreendida como assédio.

A assessoria de imprensa do Sindimoc confirmou apenas que o atraso na saída dos ônibus foi uma manifestação por causa de episódios de assédio levadas ao conhecimento do sindicato por empregados da Viação.

Conforme a Viação do Sul, todas as 12 linhas operadas tem atrasos ou estão fora de circulação por causa dos carros parados no trevo de Tranqueira, em Almirante Tamandaré.
Até o momento não há previsão de quando a situação deve ser normalizada.

Repórter Cristina Seciuk

 

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