Formalmente denunciado por agressão, Galdino não compareceu à sessão na Câmara

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A primeira sessão plenária na Câmara Municipal após a denúncia de agressão feita por Carla Pimentel (PSC) contra Professor Galdino (PSDB), teve manifestação nas galerias e dos servidores da casa em solidariedade à vereadora.

Formalmente denunciado à mesa diretora, Galdino não compareceu aos trabalhos de plenário.

Normalmente uma das primeiras cadeiras a serem ocupadas no plenário, nesta segunda-feira a de Professor Galdino (PSDB) ficou vazia.

O vereador não participou dos trabalhos. Na tribuna, a vereadora Carla Pimentel (PSC), que o denuncia em um caso de agressão e quebra de decoro, cobrou punições.

Assim como fez na sexta-feira (16), quando formalizou a denúncia, a vereadora utilizava uma camiseta preta com os dizeres “mexeu com uma mexeu com todas”. Cerca de cinqüenta pessoas que acompanharam a sessão das galerias usavam a mesma peça, em solidariedade à parlamentar.

Servidores da Câmara também trabalharam vestidos de preto nesta segunda. Galdino atualmente responde a uma queixa por assédio moral, apresentada por uma jornalista da Câmara e que está na Corregedoria.

Já a denúncia formalizada por Carla Pimentel ainda não tem próximo passo definido. A mesa executiva tem até a quinta-feira (22) para mandar o processo para a Corregedoria, para o Conselho de ética ou ainda pode abrir uma comissão processante no próprio plenário.

Com relação a essa denúncia, interna, a defesa de Galdino afirmou que ainda não pode se manifestar.

Em paralelo ao processo administrativo, o caso vai ser tratado junto ao judiciário. O vereador chegou a ser detido na última quarta (14), dia das alegadas agressões, mas assinou termo circunstanciado e foi liberado. Sobre isso, a advogada do tucano, Mirian Bispo Cardoso Carvalho, destaca que a tipificação feita não foi nem de crime e falou em pré-julgamento.

A advogada de Galdino ainda afirmou que as alegações de Carla são insustentáveis.

De acordo com Carla Pimentel, Galdino partiu para cima dela em uma sala anexa ao plenário. A situação teria sido testemunhada por outros vereadores, que inclusive prestaram depoimento na delegacia.

A audiência de conciliação no 14º Juizado Especial está marcada para o dia 21 de outubro.

Repórter Cristina Seciuk



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