Poste no Guabirotuba é constantemente derrubado por ônibus e causa transtornos à população

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Moradores do bairro Guabirotuba reclamam dos acidentes de trânsito na Rua Francisco H. dos Santos. Um poste instalado perto do Viaduto Estaiado tem sido arrancado com frequência pelos ônibus da Linha Interbairros II.

O poste fica quase na esquina da Francisco H. dos Santos com a Franklin Soares Gomes. No sentido bairro-centro, está a poucos metros depois de uma curva, onde os motoristas trafegam em uma velocidade considerável.

O poste foi arrancado pela última vez no final de semana. Destroços do ônibus, como o para brisa que foi arrancado inteiro, ainda permaneciam no local dias depois da batida.

Wagner dos Reis, morador da rua Franklin Soares Gomes, foi testemunha da última vez em que o poste foi arrancado. Ele e a família estavam na sacada de casa. Chovia no momento do acidente.

O morador confirma que os veículos trafegam em alta velocidade na região.

O odontologista Péricles Antônio Barbosa Pinto também mora próximo do trecho onde acontece o problema. Ele se diz preocupado com a possibilidade de um acidente com mortes.

O morador diz ainda que uma solução, na opinião dele, seria a instalação de um Guard Rail, como nas rodovias.

O poste que tem sido vítimas dos ônibus é de responsabilidade da Copel. Os dados da Companhia são alarmantes. Foram 366 ocorrências desde janeiro. Só no mês de junho foram necessárias 61 substituições de postes danificados.

Por meio de nota, a companhia confirma que as causas principais são acidentes de trânsito e caminhões que puxam fios de empresas de telecomunicações que estão no local errado (muito baixos) ou mal colocados e, em consequência, derrubam os postes.

Neste último caso, a Copel tem ações semanais para retirada de cabos de internet, telefonia e dados que estão pendurados, caídos ou com algum tipo de irregularidade que apresente risco de acidentes.

As operadoras de telecomunicações que possuem cabos nestas situações são notificadas com antecedência para acompanhar o trabalho e regularizar as instalações. Mas, caso elas não compareçam, a Copel corta os cabos nos trechos em que houver risco para a segurança da população.

Repórter Fábio Buchmann



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