Numa grande multinacional vagou o cargo de Diretor de Recursos Humanos.
Havia, pelo menos, uma dezena de gerentes qualificados para exercer a função. Todos destacavam-se em alguns atributos, mas faltavam-lhes outros.
O presidente resolveu fazer um teste: reuniu todos numa sala e aplicou um questionário.
Ao abrir a pasta, eles se depararam com somente uma pergunta: qual o nome da faxineira que limpa sua sala? Vale dizer que todas elas perambulavam em atividades de limpeza o dia inteiro no ambiente de trabalho.
Pois bem, nenhum gerente conseguiu responder a pergunta. A multinacional foi, então, recrutar o Diretor de RH no mercado de trabalho.
Questionado pelo vice-presidente sobre o porquê da pergunta, o presidente respondeu: como é que vou nomear para gerir pessoas alguém que sequer presta atenção nelas.
Isso vale para nós. Entretidos com as tecnologias disponíveis, focados na tela do computador, no smartphone, preocupados com as metas e pressionados pelos retornos esquecemos que as empresas são formadas por pessoas. Do talento, da cooperação e da atuação sincronizada delas é que vêm os resultados.
Se você acha que estou exagerando, pergunto: você se comunica com teu colega da sala ao lado por palavras ou por email?
Ah, o nome da nossa faxineira é Izabel.

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