Imagem: EBC
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Quatro anos de corte de gastos, esforços para reequilibrar as contas e de muito diálogo com a população.

É esse o cenário que espera os eleitos ou reeleitos para tomar conta das prefeituras do Paraná na avaliação do economista, professor da FGV e assessor da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná, Arthur Schuler da Igreja.

Apesar das perspectivas de crescimento econômico, ainda que discreto, para 2017 o especialista afirma que o foco deve continuar o mesmo de 2015 e 2016, muito impactados pela crise econômica.

Nesse sentido, Igreja destaca que promover cortes na própria máquina pública é o principal desafio.

Um dos mais significativos sintomas da crise para as prefeituras desde 2015, a queda nas receitas também precisa ser contornada, segundo o especialista, mas precisa ir além das tentativas de aumentar o montante que entra nos cofres públicos.

O economista afirma que – acompanhando as campanhas – é notável que muitos dos candidatos não estão cientes da situação financeira atual dos municípios ou a desconsideram nessa hora de convencer o eleitor.

Para Arthur Schuler da Igreja, o mandado dos eleitos ou reeleitos aqui no Paraná terá que ser marcado pela execução apenas do essencial, o que deve deixar na gaveta grande parte das promessas.

Repórter Cristina Seciuk

 

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