Fiscalização de brinquedos é reforçada para o Dia das Crianças

Foto; Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

Até esta sexta-feira (30), uma operação especial de fiscalização acontece por causa do Dia das Crianças que se aproxima. A ação é realizada em todo o país e tem o objetivo de tirar de circulação brinquedos que não são certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

No Paraná, a fiscalização é feita pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Além dos brinquedos, são verificadas bicicletas de uso infantil, cadeirinhas para carros e berços, entre outros produtos.

O gerente de fiscalização do Ipem, Roberto Tamari, orienta quais informações o consumidor deve verificar na hora de comprar presentes para as crianças.

Os produtos certificados pelo Inmetro são testados pelo instituto antes de irem para as lojas. O teste verifica a segurança e a qualidade do brinquedo. Comprar um produto que não passou por essa avaliação pode trazer riscos para as crianças.

A fiscalização é feita durante o ano todo, mas é reforçada com a proximidade do Dia das Crianças. Os produtos irregulares encontrados pelos fiscais são destruídos para que não sejam comercializados novamente.

As vendas no dia das crianças devem ter um valor médio de R$ 75, segundo levantamento feito pela Fecomércio Paraná. A pesquisa revela que 62% dos entrevistados devem presentear no dia 12 de outubro. O restante, 38%, não pretende comprar presentes por falta de dinheiro ou por não haver crianças na família.

Daqueles que pretendem comprar presentes, a maioria, 61%, está disposta a gastar entre R$51 e R$150. 31% devem gastar R$50 ou menos; 6% desembolsarão entre R$151 e R$200, e 2% relataram que o presente poderá custar mais de R$200.

Em relação ao tipo de presente escolhido, os brinquedos ainda são a preferência de 55% dos entrevistados, seguidos por sapatos e roupas (32%). Eletrônicos, como tablets, celulares e videogames correspondem a 6% das intenções de presente. Aqueles que disseram que presentearão a criança com dinheiro são 2%.

Repórter Ana Krüger



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1 resposta

  1. Eis mais uma prova da incompetência dos gestores públicos pois se existe algum brinquedo irregular no mecadado é a evidência de que o serviço de vigilância é falho e leniente. E o pior nós contribuintes é que pagamos o salário desses caras para trabalharem e muito bem. Modelo viciado e falido necessitando de reformas radicais urgentes!.

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