Foragido da Justiça, filho de Beatriz Abagge é preso após assalto na região metropolitana

abagge

Crédito: Polícia Civil do Paraná

Foragido da Justiça, filho de Beatriz Abagge é preso novamente após fazer duas mulheres reféns durante um assalto na região metropolitana de Curitiba.

Luccas Abagge, de 26 anos, foi preso na última sexta-feira pela Polícia Militar, depois de fazer duas mulheres reféns num assalto a uma loja em Contenda, na região metropolitana de Curitiba. Outro homem, de 30 anos, também foi detido. Junto com os dois, foram apreendidas duas armas de fogo e cerca de R$ 250.

Por volta de 16h, a PM foi acionada por causa do assalto. Chegando ao local, encontrou os dois suspeitos tentando fugir. Ao avistarem os policiais, eles voltaram para dentro da loja e fizeram as duas mulheres reféns. O BOPE, o Batalhão de Operações Especiais da PM, foi chamado para conduzir a negociação com os assaltantes, que acabaram liberando as vítimas e se entregando.

Luccas Abagge estava foragido há três meses, após conseguir escapar da PCE, a Penitenciária Central do Estado, em Piraquara. Ali, cumpria pena pelo assassinato de um adolescente de 16 anos na praça da Espanha, em 2015. Enquanto esteve foragido, Abagge cometeu outro homicídio, de acordo com a Polícia Civil. Ele teria atirado contra um homem de 34 anos, no centro de Curitiba, em julho deste ano. Depois do crime, segundo a delegada Sabrina Barreiros, Abagge roubou um táxi e mais três carros na fuga.

Além dos dois homicídios, Abagge também tem passagens pela Polícia por porte ilegal de arma de fogo, receptação, sequestro relâmpago, roubo, ameaça e tráfico de drogas. Ele também chegou a ser preso em 2013 após cometer um sequestro relâmpago. Na ocasião, também conseguiu fugir da cadeia. Abagge é considerado um criminoso de alta periculosidade, segundo a delegada.

Lucas Abagge é filho de Beatriz Abagge, condenada a 21 anos de prisão pela morte do menino Evandro Ramos Caetano, de seis anos. O caso aconteceu em 1992, no litoral do estado, e ficou conhecido como “as bruxas de Guaratuba”. A mãe de Beatriz, Celina Abagge, também foi acusada de participar do crime.

Repórter Tabata Viapiana



Categorias:Polícia, Sem categoria

1 resposta

  1. vermes como esses só existe uma solução: cemitério. É espantoso como um criminoso já classificado como de “alta periculosidade” a nossa Justiça/Secretaria de Segurança/Polícia Militar todos deixam um monstro desses solto?. Se algum órgão desses puder explicar e justificar, os contribuintes estão esperando, caso contrário peçam para sair pois lhes pagamos muiiiito bem para serem incompetentes a esse ponto.

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