Mauro Ricardo Costa. Foto: Julio César da Costa Souza/SEFA
Mauro Ricardo Costa. Foto: Julio César da Costa Souza/SEFA
Mauro Ricardo Costa. Foto: Julio César da Costa Souza/SEFA

Não há revogação de reajustes devidos aos servidores na Lei de Diretrizes Orçamentárias enviada à Assembleia. É o que defende o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.

A pasta afirma que a reposição da inflação foi adiada para afastar a possibilidade de alta de impostos, e cobra a compreensão do funcionalismo em meio à crise.

O secretário de estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, nega que o texto da LDO enviado à Assembleia Legislativa retire o reajuste prometido aos servidores como parte do acordo para encerrar a greve de 2015.

Segundo ele, a reposição da inflação que ainda é devida (relativa a 2016 e ao período de janeiro a abril de 2017) foi adiada, numa decisão por priorizar o pagamento das promoções e progressões de carreira do funcionalismo.

Apesar de tratar a situação como adiamento, Mauro Ricardo Costa afirma que os valores devidos de reposição da inflação só serão pagos se houver possibilidade financeira.

Ele destaca que realizar os dois pagamentos agora obrigaria um aumento da carga tributária.

Questionado sobre uma justificativa das causas que levaram ao não cumprimento do acordo com os servidores, o secretário da Fazenda respondeu:

Quanto à LDO, Mauro Ricardo Costa ainda defende que o estado foi absolutamente responsável quanto à questão fiscal e cobrou compreensão dos servidores.

O secretário da Fazenda afirmou que o governo do estado está em contato com as entidades de classe e que realizará audiências públicas para demonstrar a situação financeira do Paraná e as possibilidades de pagamento dos compromissos assumidos, tudo para dar transparência à estimativa de receita e a alocação dos recursos no orçamento de 2017.

Repórter Cristina Seciuk

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