Foto: APP Sindicato
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A oposição na Assembleia Legislativa vai recorrer à Justiça para tentar barrar a revogação do reajuste salarial do funcionalismo.

Contando com aprovação da revogação do reajuste salarial dos servidores na Assembleia, já que o Governo do Paraná tem maioria na Casa, a oposição vai recorrer à Justiça pra tentar barrar a proposta do Palácio Iguaçu, informa Requião Filho (PMDB).

Nesta quarta-feira (5), o secretário da Fazenda foi até o legislativo para prestar contas referentes aos últimos 4 meses.

Mauro Ricardo Costa foi questionado pelos deputados oposicionistas sobre a quebra do acordo com o funcionalismo.

O pagamento escalonado do reajuste está previsto em lei, aprovada em 2015, em meio à greve e o confronto no Centro Cívico que deixou mais de 200 pessoas feridas.

O secretário repetiu o argumento já usado por ele e outros integrantes do executivo anteriormente, de que não irá honrar o compromisso porque a arrecadação caiu. Poderá apenas quitar promoções e progressões que somam R$ 750 milhões de reais.

O pagamento do reajuste não tem data pra ser feito e depende ainda do crescimento da economia.

Neste momento há superávit de R$ 570 milhões de reais, mas o montante será usado para pagar o 13° salário do servidores, disse o secretário.

A partir de janeiro, começam a ser quitadas as promoções e progressões de 80 mil dos 240 mil servidores ativos. O governo promete zerar a conta no ano que vem.

A emenda que revoga o reajuste está dentro do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O material está sendo analisado pela Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa.

Os servidores avisaram que em razão da quebra do acordo, vão entrar em greve geral a partir do dia 17/10.
Questionado sobre a mobilização, o secretário da Fazenda respondeu:

Repórter Andressa Tavares

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