Federação Paranaense de Triathlon pede mais segurança para ciclistas que treinam em rodovias

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Em entrevista coletiva concedida na manhã desta terça-feira, a Federação Paranaense de Triathlon se manifestou sobre a morte do ciclista Eduardo Antônio.

Ele tinha 42 anos, e treinava com um grupo de triatletas que seguia pelo acostamento da BR–277 sentido Curitiba. Os ciclistas foram atingidos por um motorista embriagado.

Eduardo chegou a ser encaminhado para um hospital, mas não resistiu. Outros dois atletas foram atingidos e ficaram gravemente feridos.

Para o presidente da Federação Paranaense de Triathlon, Luiz Hiran Guimarães, a prática do Triathlon exige o deslocamento por rodovias. De acordo com ele, a BR-277 entre Curitiba e as praias oferece as condições perfeitas para o treinamento.

O presidente da federação disse também que vai cobrar dos responsáveis a instalação de mais câmeras de segurança e sinalização.

Muito emocionada, a esposa de Eduardo, Gláucia Martinez, disse que o marido não tolerava qualquer tipo de infração ou desrespeito às leis de trânsito

O advogado e triatleta Marcelo Araujo, que está acompanhando o caso, disse que há confusão sobre o que diz a legislação envolvendo a frágil convivência entre ciclistas e motoristas.

O motorista que provocou o acidente está preso, e deve responder por dirigir embriagado, homicídio com dolo eventual e lesão corporal grave.

Repórter Fábio Buchmann



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