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Dos oito candidatos que disputaram a prefeitura de Curitiba no 1º turno, dois ainda não declararam se vão apoiar Greca ou Leprevost na reta final.

Por enquanto apenas a deputada estadual Maria Vitória, do Partido Progressista, declarou apoio. A parlamentar ficou em quarto lugar no 1º turno e obteve 5,6% dos votos. Segundo ela, propostas na área de educação motivaram o apoio à candidatura de Rafael Greca, do PMN.

Além do apoio do PP, de Maria Vitória, o PHS e o PRB também declararam apoio à Greca. A coligação do candidato é formada pelo PMN, PSB, PTN, PTdoB, PSDB, DEM e PSDC).

Entre os candidatos que se pronunciaram sobre apoios no segundo turno, a neutralidade é maioria. Três deles já anunciaram que não vão apoiar nem Greca nem Leprevost.

Ao justificar a neutralidade, Tadeu Veneri e Requião Filho, que saíram derrotados nas urnas, criticaram os planos de governo das duas chapas que seguem na disputa.

O PT de Tadeu Veneri foi um dos que optou por manter distanciamento da reta final de campanha.

Requião Filho e o PMDB também não formalizam apoio.

O posicionamento do atual prefeito Gustavo Fruet foi divulgado na página oficial do político no Facebook. No texto, Fruet afirma que não vai apoiar nenhum dos candidatos por questão de responsabilidade.

O prefeito defende que seria incoerente apoiar planos de governo que “não cabem no orçamento de Curitiba e tampouco estão adequados ao momento da economia nacional”.

O PROS, de Ademar Pereira, define oficialmente na manhã desta quinta feira (13) quem a legenda vai apoiar. A previsão, segundo o político, é de apoiar o candidato do PSD, Ney Leprevost.

O Psol de Xênia Mello faz reunião no próximo sábado (15) para uma tomada de posição.

A coligação de Leprevost é formada pelo PSD, PSC PEN PTC, PCdoB , PPL e PPS. O Partido Verde e o PPS declaram apoio ao candidato no segundo turno.

Repórter Ana Krüger

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