Após primeira reunião, APP ainda vê resistência de Governo retirar projeto que congela reajuste

Reprodução Twitter

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Os professores da rede estadual de ensino se reuniram nesta segunda-feira (17) com representantes do Governo do Estado para apresentar a pauta de reivindicações da categoria. Um novo encontro está marcado para esta quarta-feira (19), com a presença de todo o funcionalismo público e do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.

No primeiro dia da greve dos professores da rede estadual de ensino, a APP Sindicato, que representa a categoria, se reuniu com integrantes do Governo do Estado. Participaram do encontro na noite de ontem o Chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, a Secretária de Educação Ana Ceres, e o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli. A APP apresentou os itens da pauta da greve – o principal deles é a retirada do projeto de lei que revoga o reajuste salarial do funcionalismo público.

Depois do encontro, pelas redes sociais, o deputado Romanelli afirmou, abre aspas, saímos melhor do que entramos, fecha aspas. Já a APP ainda vê resistência do Governo em retirar o projeto de lei, segundo o presidente do sindicato, Hermes Leão.

Uma nova mesa de negociação será realizada amanhã, com a presença de todo o funcionalismo público e também do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa. Ele vai explicar aos servidores o porquê do congelamento do aumento salarial. O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, afirmou que o encontro é uma oportunidade para que os servidores questionem os técnicos da Fazenda sobre o orçamento de 2017 e conheçam as razões que levaram o estado a propor o adiamento do reajuste anual previsto para janeiro.

A APP Sindicato está disposta a questionar o secretário da Fazenda durante o encontro. Isso porque, o sindicato acredita que o Governo tem dinheiro em caixa para garantir a data-base de 2017.

Ao todo, são pelo menos quatro categorias em greve no Paraná, segundo o Fórum das Entidades Sindicais: professores da rede estadual de ensino, servidores e professores das universidades estaduais, e policiais civis. Outras categorias também devem realizar assembleias nos próximos dias para definir a adesão ao movimento, como por exemplo, os profissionais da saúde.

Repórter Tabata Viapiana



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