Frequentadores relatam rotina de violência e medo na Praça Tiradentes

Foto: Cristina Seciuk / CBN Curitiba

Foto: Cristina Seciuk / CBN Curitiba

Violência cotidiana. É o que relatam frequentadores da praça Tiradentes após um rapaz ter sido esfaqueado na porta da Catedral ao tentar evitar um assalto.

O caso, que chamou atenção por ter deixado um cidadão gravemente ferido, é mais um para a realidade de medo de quem circula pela região central.

Esse é o dia a dia de quem trabalha ou passa pelo coração da cidade.

O relato é do taxista Luiz Carlos Kubitzki, que há 18 anos trabalha no ponto da praça Tiradentes, marco zero de Curitiba, que virou sinônimo de medo para muita gente. Pelos bancos da praça ou nos pontos de ônibus perfilados na rua que contorna o local os relatos não são poucos.

No domingo um rapaz de 26 anos foi esfaqueado em frente à Catedral. Tentava evitar que uma idosa tivesse os pertences levados. Encaminhado ao Evangélico, ele seguia internado em estado grave na tarde desta segunda-feira. Ele não teve a identidade confirmada, mas estava inconsciente, em observação na UTI do Hospital após passar por cirurgia.

Segundo o taxista ouvido no início da reportagem, é mais um para uma extensa lista da violência.

Sobre a situação na região central, a PM se manifestou por meio de nota. No texto, o 12* Batalhão, responsável pela área central de Curitiba, destaca que o patrulhamento ostensivo e preventivo está sendo feito na região com o apoio dos módulos móveis, das equipes de motos e das Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), além do policiamento a pé. Ainda na nota, a PM afirma que “atualmente esta trabalhando com os meios humanos e materiais que possui e tenta atender todas as ocorrências priorizando as de risco à vida”. Destaca ainda que recentemente a Secretaria de Segurança Pública disponibilizou novas viaturas, que foram locadas para auxiliar no atendimento das ocorrências.

Ao final do texto, a PM ressalta ainda que necessita da colaboração dos cidadãos, com o encaminhamento, via 190, de características pessoais de suspeitos, placas de veículos e outros dados que auxiliem no readequamento do policiamento nos locais com maior necessidade.

Repórter Cristina Seciuk

 



Categorias:Cidade

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