Foto: PF

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A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (15) a 5ª fase da “Operação Pecúlio”, batizada de Nipoti, que apura irregularidades na Prefeitura e na Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu, mediante desvio de dinheiro público para pagamento de vantagens indevidas. Até o momento, 12 vereadores do município já foram presos na operação. A Câmara tem ao todo 15 parlamentares.

A PF tenta cumprir nesta quinta-feira 20 mandados de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 11 de condução coercitiva e 39 de busca e apreensão na casa e nos locais de trabalho dos investigados, além de empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso. As ordens judiciais, expedidas pela 3ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, são cumpridas em cinco cidades do Paraná: Curitiba, Cascavel, Maringá, Pato Branco, e Foz do Iguaçu, além de Recife e Brasília.

De acordo com as investigações, somente em algumas obras de pavimentação de Foz do Iguaçu, submetidas à perícia pela Polícia Federal, foram identificados prejuízos de aproximadamente R$ 4,5 milhões. O nome da operação faz referência a nepotismo, segundo a PF. A palavra Nipoti é um substantivo comum de dois gêneros da língua italiana, que significa sobrinhos ou netos.

A primeira etapa da operação Pecúlio foi realizada no mês de abril. Desde então, mais de 20 pessoas já foram presas, incluindo o prefeito de Foz, Reni Pereira, do PSB, além de empreiteiros, servidores públicos, secretários e ex-secretários do município.

Repórter Tabata Viapiana

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