Mesmo com repasse da prefeitura, Greca ainda não garante realização da Oficina de Música em 2017

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O prefeito eleito de Curitiba, Rafael Greca, não garante a realização da 35º Oficina de Música, prevista para acontecer já no mês de janeiro.

Nesta semana, a gestão de Gustavo Fruet repassou quase R$ 500 mil para a realização do evento.

Segue o impasse em torno da realização da Oficina de Música de Curitiba em 2017, o que tem provocado polêmica entre o atual e o futuro prefeito de Curitiba.

Rafael Greca, que venceu as eleições municipais, e assume a prefeitura no próximo dia 1°, tem dito que o evento só ocorrerá se houver dinheiro sobrando. A prioridade, segundo o prefeito eleito, é investir em outras áreas, como a saúde pública.

Nesta semana, a gestão de Gustavo Fruet confirmou a liberação de R$ 420 mil ao Instituto Curitiba de Arte e Cultura, responsável pela realização da Oficina de Música de Curitiba.

O valor será utilizado para pagar a pré-produção do evento. Com o repasse, o presidente do Instituto, Marino Junior, acredita que está tudo pronto para a realização da oficina.

Apesar disso, Marino Junior destaca que ainda falta saber se a próxima gestão colocará em prática a previsão orçamentária já aprovada pela Câmara Municipal.

Segundo ele, há recursos para a realização da próxima edição da Oficina, ao contrário do que afirmou o eleito Rafael Greca quando pediu seu cancelamento, em postagem divulgada no Facebook, no dia 1 de dezembro.

Segundo Marino Junior, a organização da Oficina de Música promoveu uma série de cortes. Os custos do evento caíram de aproximadamente R$ 2,6 milhões iniciais para R$ 1,7 milhão.

Ele faz um alerta sobre um possível cancelamento. Para Marino Júnior, os prejuízos seriam bem maiores do que os custos previstos para a realização do evento.

Em nota, Rafael Greca não garantiu a realização da Oficina, apesar do repasse de quase meio milhão de reais. Em nota, disse Greca: “Se houver recursos provisionados e repassados ao ICAC, a Oficina de Música será realizada. Se não houver recursos em caixa no município, ela não acontecerá. E isso não significa que não gosto da cultura, mas sim que há definição de prioridades e a minha continua a ser com a saúde”.

Repórter Fábio Buchmann



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