Departamento de Inteligência do Paraná identificou em novembro disputa de facções em presídios

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Foto: Depen

A chacina que deixou 60 presos mortos em presídios de Manaus, no Amazonas, foi mais um reflexo das disputas entre facções rivais que atuam dentro e fora das unidades prisionais em todo o país. Em novembro do ano passado, o Departamento de Inteligência do Paraná identificou a possibilidade de acontecerem episódios semelhantes nas penitenciárias do estado.

De acordo com o secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, foram interceptadas mensagens, de várias fontes diferentes, em que uma das facções ordenava aos seus membros que iniciassem brigas com grupos rivais.

De conhecimento das informações, a secretaria adotou medidas para evitar tumultos nos presídios. No entanto, Wagner Mesquita admite que a animosidade e as provocações entre as facções rivais ainda são recorrentes no sistema prisional do estado.

As mensagens interceptadas pelo Departamento de Inteligência apontavam que a ordem para realização de conflitos foi disparada para penitenciárias de todo o país. Por isso, o Paraná comunicou os demais estados sobre o risco de brigas nas unidades prisionais.

Um levantamento feito pelo portal G1 aponta que o Brasil teve 392 mortes violentas nos presídios em 2016. No Paraná, foram oito casos ao longo do ano.

Repórter Tabata Viapiana



Categorias:Polícia

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