Ampliação de medidas de austeridade são foco do novo comando da Câmara

 

Foto: Chico Camargo/CMC

Foto: Chico Camargo/CMC

Os novos integrantes da mesa diretora da Câmara Municipal foram definidos na segunda-feira (02) e já começaram a traçar as medidas a serem adotadas para a gestão, que dura dois anos e se encerra em dezembro de 2018.

O presidente Serginho do Posto (PSDB) e o 1º e o 2º secretários, Bruno Pessuti (PSD) e Mauro Ignácio (PSB), falaram sobre as principais metas da administração do legislativo durante o período em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (05).

As diretrizes prevêem duas frentes. A primeira delas é de controle econômico financeiro com a ampliação de medidas de austeridade. A intenção é reduzir os gastos, com tentativas de repactuar contratos ou mesmo com a realização de novas licitações.

De acordo com os integrantes da mesa diretora da Câmara, ainda é cedo para dimensionar quanto do orçamento total, de R$ 148 milhões em 2017, poderá ser economizado, mas a intenção é manter a prática de devolver valores ao município.

Diferente do que faz a Assembleia Legislativa, não se pensa em rubricar o dinheiro (ou seja definir o  fim para o qual ele será utilizado), mas haverá cobrança sobre a sua utilização, diferente do que acontecia até 2016.

Os R$ 58,5 milhões citados pelo presidente são referentes à Fundo Especial da Câmara, que foi extinto e repassado ao executivo no ano passado, como fôlego de caixa.

A operação foi definida em lei, que previa ainda uma contrapartida: a prefeitura ficaria responsável por erguer uma nova sede para o Legislativo, obra da qual a Câmara já afirmou que abre mão nesse momento.

Para evitar futuros problemas, o artigo da lei que previa a construção do imóvel será revogado.

A nova mesa fala ainda em adotar medidas em uma segunda frente: no processo legislativo.

A intenção é limitar a quantidade de iniciativas consideradas menos importantes e dar prioridade à tramitação de propostas de demandam debates mais aprofundados inclusive nas comissões e em plenário.

Sobre as votações, após polêmicas no ano passado, até mesmo com a renúncia de um ex-vereador flagrado votando pela colega, os estudos são para se alterar a sistema de registro do voto, com a implantação de senhas individuais. A biometria esta inicialmente descartada porque geraria custos mais altos de instalação.

Repórter Cristina Seciuk



Categorias:Política

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: