Coluna do Renato Follador – Irresponsabilidade intergeracional

Aquele que não luta pelo futuro que quer deve aceitar o futuro que vier.

Repito: aquele que não luta pelo futuro que quer deve aceitar o futuro que vier.

Pois é, muito trabalhador que sonhou um dia parar agora vai parar de sonhar.

Reforma da previdência é inevitável quando se negligencia a demografia.

Se vivêssemos num país nórdico, com planejamento impecável para as futuras gerações, poderíamos dormir tranquilos que o governo estaria atento às mudanças e às correções de rumo.

Mas vivemos num país pobre de planejamento, em que o governante de plantão pensa só nas próximas eleições e não está nem aí para as próximas gerações. Como se seus filhos, netos e bisnetos não tivessem parentesco.

Chamo a isso de irresponsabilidade intergeracional, pois não se pode legar a um descendente um país pior do que o que encontramos.

Como essa mudança é difícil, alerto àqueles que me ouvem que jamais deixem de ter um plano B quando se tratar do seu futuro e da sua aposentadoria.

Para quem está indeciso, fica aqui um alerta: quando você precisa tomar uma decisão e não toma, está tomando a decisão de não fazer nada.



Categorias:Renato Follador - Previdência

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