Qualquer um pode adquirir num Banco ou Seguradora um plano de previdência privada para somar à aposentadoria do INSS lá na frente. Os mais populares são os PGBLs e os VGBLs e a diferença entre os dois reside na tributação, no imposto. Não se assustem com o monte de letras. Vou explicar.

PGBL é melhor para quem tem carteira assinada, renda declarada, e usa o formulário completo, pois permite abater as contribuições até 12% da renda na Declaração Anual do IR.

Quando resgata ou recebe a aposentadoria, o imposto recai sobre o total- o dinheiro investido mais o rendimento, os juros. Já o VGBL é bom para quem não tem renda declarada ou declara no modelo simplificado de IR. Como o autônomo, o empresário ou o trabalhador informal. Não há o incentivo fiscal dos 12%, mas, na hora de resgatar o dinheiro ou receber a aposentadoria, o imposto pago é só sobre o rendimento da aplicação e não sobre o total.

Viram, cada tipo de plano é para um tipo de trabalhador.

Agora, atenção: o montante da poupança previdenciária vai depender do sucesso no investimento dela.

Vão aqui 3 dicas:

  1. Compare a rentabilidade dos últimos 5 anos;
  2. Não aceite taxa de administração superior a 2% e
  3. Olho na solidez da Instituição.

Mas não deixe de fazer uma previdência privada. E, se puder, não num banco, mas num fundo de pensão.

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