Constrangimento X segurança: portas giratórias dos bancos geram atrito entre correntistas e vigilantes

Foto: Divulgação TRT

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A instalação de portas eletrônicas nas agências bancárias é obrigatória em todo o Paraná há mais de vinte anos, mas o equipamento ainda provoca reclamação e cria controvérsia entre correntistas e vigilantes.

Os primeiros pedem mais bom senso do pessoal de segurança, que por sua vez cobra que os clientes entendam que o equipamento de proteção não abre exceções.

 É lei desde 1996: todos os bancos em funcionamento no Paraná têm que contar com a porta giratória, equipada com detector de metais e travamento automático. É regra, que complica a rotina de muita gente. Quem nunca ficou preso numa delas?

Marcelo Vicelli é técnico em segurança do trabalho e reclama do constrangimento que passou recentemente, na entrada de uma agência quando tentava pagar o seguro DPVAT.

Ele não trocou os sapatos na hora de ir até o banco, estava com uma bota que faz parte dos equipamentos de proteção individual e tem uma biqueira de aço.

Teve que deixar o calçado do lado de fora.

Para ele faltou bom senso do vigilante.

Outro relato feito à reportagem da rádio CBN é da autônoma Ane Ferraz. Ela afirma que já passou pelo problema uma série de vezes e que mesmo sem ter mais o que retirar da bolsa não teve a passagem liberada.

A correntista diz que já ouviu de um vigilante a recomendação para que entrasse descalça na agência, mas se recusou.

Sobre as queixas, o presidente do sindicato dos vigilantes de Curitiba e região, João Soares, defende a ação dos trabalhadores que de fato impediram a passagem dos clientes. Segundo ele, em hipótese alguma se poderia abrir mão da segurança e admitir exceções.

O representante dos vigilantes pede paciência e bom senso também dos clientes, para que lembrem de que a porta giratória é uma medida de segurança.

A recomendação em caso de qualquer problema é acionar a gerência do banco para evitar discussões ou constrangimento de qualquer uma das partes.

Repórter Cristina Seciuk



Categorias:Geral

1 resposta

  1. Os seguranças de bancos são pessoas de nível social baixo, despeitados, migrantes vindos do nordeste. Na hora que colocam a farda eles se sentem socialmente superiores e exageram enormemente no seu trabalho. Perdem o bom senso e a cordialidade para com as pessoas de bem. Ninguém é bandido que irá matá-los, mas estão emocionalmente ressentidos.

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