Coluna do Renato Follador – A importância do prazo

Muitos ouvintes me perguntam no que investir o dinheiro que sobra no mês. E aí eu devolvo: qual o objetivo?

Sim, porque não basta poupar. Tem que ter claro a finalidade e o momento em que vamos precisar do dinheiro.

Para ajudar, a primeira consideração a fazer é: a poupança é para o curto, médio ou longo prazo?

Porque, se errarmos nisso, a tendência é que, ao interromper um investimento, paguemos mais imposto e deixemos de lucrar o inicialmente previsto.

Curto prazo é até dois anos e devemos investir dinheiro de que necessitamos liquidez, ou seja, do qual podemos precisar a qualquer hora. Para uma emergência, como ficar desempregado, para atender a um impulso, como comprar um eletrônico, evitando que o financiemos a juros absurdos. Fundos DI ou LFTs são o destino desse dinheiro.

Médio prazo é entre dois e uns sete anos. É dinheiro para comprar uma casa, um carro novo, uma viagem ao exterior e o destino deve ser NTN-Bs, CDBs de bancos sólidos, Fundos de Investimento Imobiliário e Fundos Multimercado. Veja a rentabilidade dos últimos 5 anos de um fundo desses no teu banco.

Já longo prazo é mais de sete anos. É dinheiro que não vamos precisar, nem podemos mexer, em nenhuma situação além daquela para a que foi canalizado. Como uma previdência privada para a aposentadoria. E ela deve ter investimentos em fundos de ações.



Categorias:Renato Follador - Previdência

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