Foto: Arquivo ANPr
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Os macacos foram localizados no Sudoeste, nos Campos Gerais e na região metropolitana de Curitiba.

De acordo com a Secretaria da Saúde, é procedimento padrão que casos de animais mortos sejam notificados para que se averigúe o que provocou as mortes. A intenção da análise é verificar se os macacos estavam infectados com febre amarela.

As amostras foram encaminhadas para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, que é referência no país.

Por causa da grande demanda atual, com surtos registrados em três estados do sudeste brasileiro, não há previsão de quando os resultados serão devolvidos ao Paraná.

Se a infecção pelo vírus for descartada, há ainda a hipótese de que os primatas tenham sido mortos pela população, com medo de possíveis contágios pela doença, apesar de eles não serem transmissores.

Na semana passada, a secretaria de saúde do Paraná emitiu um alerta para que os cidadãos não cometam violência contra os macacos.

A contaminação pela febre amarela acontece apenas via picada de mosquitos, que podem transmitir o vírus tanto para o homem como para os animais. O destaque feito pela Sesa é de que os macacos costumam ser os primeiros infectados com o início da circulação do vírus em uma região eventualmente afetada e que a detecção de indivíduos doentes pode ser essencial para a elaboração de campanhas de vacinação.

Por isso, a orientação é para que cidadãos que encontrem animais mortos comuniquem a secretaria de saúde dos municípios para que sejam feitas análises como as que já estão em andamento.

O Paraná não tem casos confirmados de febre amarela. A doença já teve casos diagnosticados em cidades de São Paulo, do Espírito Santo e de Minas Gerais.

 

Repórter Cristina Seciuk

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