Coluna do Renato Follador – Proteção social

O desemprego, a doença, a morte e a velhice são fantasmas do trabalhador. Você está preparado para enfrentá-los?

Há dois anos, quando vivíamos a situação de pleno emprego, só ficou desempregado quem quis. Mas, a situação podia mudar; e mudou. Por isso, é fundamental ter sempre uma reserva de curto prazo, incluída aí a grana do FGTS, para viver uns 6 meses até conseguir um novo emprego. Dinheiro que deve estar disponível rápido. Num Fundo de Investimento Financeiro lastreado em títulos públicos de baixo risco.

Agora, e se você adoecer? Adoecer é inerente à natureza humana e sofrer acidentes é algo provável. Se você tem INSS, nenhum problema. Ele vai pagar teu salário no período. Perceberam a importância da previdência social?

Quanto à morte, ninguém quer pensar nela, mas ela pode pensar em você, e aí como fica a família? Por isso, seguro de vida é necessário para quem ama os seus.

Já com relação à velhice, eu digo que, na melhor das hipóteses, se você não falecer jovem, você vai chegar lá e precisar de renda quando não tiver mais salário. Aqui, previdência privada é imprescindível.

Tudo que elenquei chama-se proteção social. Se você não é rico, pode estar certo que precisa de seguro, previdência social, privada e de poupança de curto prazo.

Nunca é surpreendido quem é prevenido.

 



Categorias:Renato Follador - Previdência

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