Foto: Jaelson Lucas/SMCS
Foto: Jaelson Lucas/SMCS

Hoje é o sexto dia de greve no transporte público de Curitiba e Região. Os motoristas e cobradores estão de braços cruzados desde quarta feira passada. Desde então, o trânsito está pior em algumas regiões da capital.

Nesta segunda feira (20), foi registrado congestionamento recorde com mais de 142 km de lentidão por volta das 8h, segundo a Maplink. Em dias normais, o horário registra uma média de 94 km de congestionamento. O agente de trãnsito da Setran, Altamir Nunes, relata algumas regiões afetadas.

A paralisação vai, pelo menos, até amanhã quando está marcada mais uma audiência de negociação. O agente de trânsito também aconselha caminhos alternativos para os dias de greve no transporte.

O agente da Setran também orienta a população a se planejar nesses dias, e aconselha principalmente os apressadinhos.

Segundo o último balanço da Urbs, apenas 39% dos ônibus estão nas ruas da capital, quando a frota operando deveria ser de 50% segundo determinação da Justiça.

Esse monitoramento é feito hora a hora pela Urbs e repassado quatro vezes por dia ao Tribunal Regional do Trabalho para que sejam aplicadas as punições. Em caso de descumprimento da frota mínima, os sindicatos que representam os trabalhadores e os empresários são multados em R$ 100 mil por hora.

O Sindimoc, entidade que representa os motoristas e cobradores questiona os número apresentados pela Urbs, e afirma que a frota mínima determinada pela Justiça está sendo cumprida rigorosamente em todos os municípios afetados pela greve.

O Setransp, a entidade que representa os empresários do transporte também declara que está cumprindo a ordem judicial e que eventual descumprimento é devido à falta de pessoal, por resistências criadas pelo Sindimoc.

 

Repórter Ana Krüger

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