Foto: Ana Krüger
Foto: Ana Krüger

Nesta terça-feira (18), famílias de assentamentos do MST discutem a questão fundiária em reunião com a superintendência do Incra no Paraná. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária tenta firmar um acordo com as famílias sobre como a titulação das terras vai ser feita com a aprovação de mudanças na legislação.

As conversas do MST com o Incra começaram na tarde desta segunda-feira (17) mas se discutiu apenas a questão dos acampamentos. Desde às 7h30 desta segunda, cerca de 800 integrantes do MST ocupam a Rua Doutor Faivre, onde fica a sede do Incra.

O acampamento está montado no trecho entre as avenidas Sete de Setembro e Visconde de Guarapuava, e bloqueia o trânsito nessa parte da rua.  A mobilização faz parte da Jornada Nacional de Luta pela reforma agrária, e segundo o coordenador do MST no Paraná, José Damasceno, não tem data para terminar.

As principais reivindicações do MST aqui no Paraná são o assentamento imediato de cerca de onze mil famílias acampadas no estado e o desenvolvimento dos assentamentos com a concessão de crédito e infra-estrutura, por exemplo.

A agenda de manifestações começou nesta segunda, dia 17 de abril, data que, por lei, marca o dia Nacional de Luta pela reforma agrária.

Repórter Ana Krüger

2 % comentários

  1. Todos os felizardos do MST que recebem terras de graça, sem terem pago, tem que assinar um compromisso com a sociedade. Porque o dinheiro para indenizar as terras é do contribuinte pagador de impostos. Quem não produzir tem que devolver as terras, porque de outro modo se constitui num roubo.

Deixe seu comentário