Foto: Reprodução Facebook
Foto: Reprodução Facebook

Na audiência foram ouvidas sete testemunhas de acusação e seis de defesa. Os depoimentos começaram às 14h desta quarta feira (19) e só terminaram por volta das 21h.

Após horas de audiência, ainda houve tumulto na saída do Tribunal do Júri, no Centro Cívico. Familiares e amigos da copeira Rosaira Miranda da Silva acompanhavam a sessão e hostilizaram a investigadora da polícia civil, Kátia das Graças Belo.

O advogado da policial, Peter Amaro, reclamou da falta de segurança no local. Segundo ele, os três policiais militares que estavam no local não conseguiram conter o tumulto.

Uma das testemunhas de acusação não compareceu à audiência. Por isso, uma nova sessão foi marcada para o dia dois de maio, às 16h. Nesse dia, a última testemunha e a ré serão ouvidas. Em seguida, o juiz dá espaço para as alegações finais, e já pode decidir se o caso vai ou não à Júri Popular.

O advogado da acusada está otimista e defende que a morte da copeira foi uma fatalidade.

A investigadora da Polícia Civil é acusada de homicídio qualificado por motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima e perigo comum. Segundo as investigações, ela efetuou os disparos que mataram Rosaira.

O advogado da família da copeira, Ygor Salmen, disse que, pelos relatos das testemunhas, o caso deve ir à Júri Popular.

O advogado também comentou o tumulto registrado na saída do Tribunal do Júri. Ele rebateu as declarações do advogado da policial, e disse que não houve violência.

O crime aconteceu no dia 23 de dezembro quando a copeira participava de uma festa de fim de ano. A policial é vizinha do local onde ocorria a comemoração, e teria atirado após se irritar com o barulho.

 

Repórter Ana Krüger

Deixe seu comentário