Foto: MP-PR

As orientações têm sido emitidas pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) da Criança e do Adolescente e da Educação do Ministério Público do Paraná.

O primeiro esclarecimento feito pela promotora de Justiça, Luciana Linero, é que os temas levantados pelo “caso Baleia Azul”, como a depressão, o suicídio, e os riscos do uso da internet por adolescentes, não são novidade. Por isso, é preciso manter políticas públicas permanentes de orientação e proteção.

Segundo a promotora, a criação de políticas públicas que tratem da saúde mental, por exemplo, são demandas antigas e urgentes.

Ela lembra que naturalmente a fase da adolescência é um período delicado, com muitos conflitos, questionamentos e mudanças na vida do jovem. Os pais precisam saber como lidar com todo esse turbilhão e, se necessário, devem buscar ajuda profissional.

A promotora de justiça reforça a recomendação para os pais de manter a proximidade e o diálogo com os filhos. Ela tranqüiliza os pais e fala que nunca é tarde para fazer essa reaproximação.

Por último, a promotora recomenda que casos que possam estar relacionados com o Baleia Azul devem ser comunicados à polícia.

 

Repórter Ana Krüger

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