Foto: Divulgação/PRF
Terrazza Panorâmico

A Polícia Civil acredita que foi uma fatalidade o acidente que matou uma professora na BR-476, conhecida como Rodovia do Xisto, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, no dia 17 de julho.

Roseli Frota de Moraes Sales, de 44 anos, morreu depois de ser atingida por parte de uma peça do sistema de freio do veículo, que estava carregado com toras de madeira.

O delegado Tiago Wladyka, responsável pelas investigações, explica que tanto o condutor do caminhão quanto um responsável pela empresa proprietária do veículo prestaram depoimento.

Tiago Wladyka também frisou que aguarda a entrega do laudo da criminalística para entender a causa do rompimento da peça do sistema do freio.

Roseli Sales era professora e coordenadora do curso de agronomia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Em nota, a empresa responsável pelo caminhão frisou que o motorista não tinha tomado conhecimento do acidente até veiculação na mídia, logo sendo levado até a delegacia de forma voluntária para prestar esclarecimentos.

Além disso, ressaltou que a carga transportada era “toras de madeira e estava dentro da legalidade exigida pela legislação vigente” e que os responsáveis “seguem empenhados e comprometidos com o pronto esclarecimento dos fatos, colaborando com as autoridades para a elucidação do ocorrido”.

Repórter William Bittar