Foto: William Bittar
Terrazza Panorâmico

Seis testemunhas foram ouvidas durante a manhã desta segunda-feira (01), no caso que apura a morte do jogador Daniel Corrêa Freitas.

Entre as testemunhas, dois policiais militares que foram acionados para a ocorrência foram ouvidos. Eles afirmaram que o corpo foi deixado em um local afastado e um rastro foi observado no trajeto entre a estrada e até o mato onde o corpo foi deixado.

Uma das redes da defesa doa acusados é retirar a acusação de ocultação de cadáver, mas o advogado de acusação, Nilton Ribeiro, que representa a família de Daniel, diz que a ocultação aconteceu.

Quem também foi ouvido foi Douglas Silveira, comerciante que atendeu Edison Brittes na manhã, antes de Daniel ser encontrado morto.

Ele frisou que Edison parecia nervoso no atendimento e com certa pressa, mas não soube dizer o motivo.

Nilton Ribeiro disse que isso causou estranheza para a acusação.

Ele também disse ter visto David Vollero Silva, dentro do veículo de Edison.

Ao todo, sete pessoas são acusadas de envolvimento na morte do jogador, seis delas estão presas: Edison Brittes Júnior, Cristiana Brittes, esposa de Edison, Allana Brittes, filha do casal, David Vollero Silva, Ygor King e Eduardo Henrique da Silva. A única acusada em liberdade é Evellyn Brisola Perusso.

Todos os depoimentos da manhã foram de testemunhas arroladas por Edison Brittes.

Cerca de 60 pessoas devem ser ouvidas durante os quatro dias de audiência e por último, os réus serão interrogados.

Depois dos prazos, a juíza Luciani Martins de Paula, da 1a Vara Criminal de São José dos Pinhais, deve decidir se eles vão, ou não, a júri popular.

O advogado da família Brittes, Cláudio Dalledone Júnior preferiu não falar com a imprensa.

Repórter William Bittar