Foto: Divulgação SESA/Agência Estadual de Notícias
Terrazza Panorâmico
Foto: Divulgação SESA/Agência Estadual de Notícias

A coleta do primeiro lote de amostras foi feita entre os dias 20 e 21 de março pela Vigilância Sanitária de Curitiba em um supermercado da cidade e o resultado foi concluído nesta sexta-feira. Foram analisadas amostras de salsinhas, lingüiça defumada, salame e carne embalada a vácuo.

O foco foi checar a qualidade e a adequação dos produtos após as suspeitas levantadas pela investigação da Polícia Federal no âmbito da Operação Carne Fraca. Todos os produtos eram de frigoríficos citados na investigação.

Conforme o chefe da Vigilância Sanitária Estadual do Paraná, Paulo Costa Santana, o objetivo foi averiguar se os produtos são ou não próprios para consumo e se sofreram algum tipo de adulteração. Para Santana, com o resultado das análises é possível afirmar que  problemas apresentados durante a Operação Carne Fraca podem ser pontuais.

Agora o resultado será encaminhado para o Ministério da Agricultura e também para a Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O objetivo é contribuir com as investigações.

Nesta semana a Vigilância Sanitária de Curitiba encaminhou mais 10 amostrar ao Lacen. Os novos produtos vão passar pelos mesmos testes. O monitoramento deve ser mantido pelos próximos dois meses com coletas em outros municípios do Paraná.

 

Repórter Maíra Gioia

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