Terrazza Panorâmico

Os aplicativos de redes sociais e mensagens foram excluídos do celular da ré Cristiana Brittes, após a morte do jogador Daniel Correa, em outubro do ano passado. A conclusão é de uma perícia, feita pela Polícia Científica no aparelho. A informação foi divulgada com exclusividade pela RPC TV nesta terça-feira (09).

O trabalho de perícia mostra que até o dia da morte do jogador os aplicativos estavam instalados no celular. Um pouco antes de ser presa, ela levou o telefone a uma assistência técnica, por causa de um defeito. O problema, de acordo com o laudo, seria no áudio. À polícia, quem entregou o aparelho de Cristiana foi o dono da loja.

Não foi possível recuperar as últimas imagens do celular. Mas os peritos encontraram dois prints sobre Daniel. Um deles é de uma conversa da filha de Cristiana, Allana Brittes, com o atleta, em agosto de 2017. Nela, ele fala da vontade de conhecê-la. O outro é da garota com Edson Brittes Júnior, o pai dela, quer também é réu no processo e confessou ter matado Daniel.

Na mensagem, Edson não teria deixado a filha sair com o jogador. Por coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de adolescente, Allana também é ré no processo.

Em 27 de outubro, Daniel foi encontrado morto, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Na época do crime, Brittes Júnior confessou que matou Daniel, em depoimento à polícia, alegando que o atleta cometeu uma tentativa de estupro à esposa dele.

Por outro lado, o Ministério Público do Paraná e a Polícia Civil afirmam que não houve esta situação. Pela denúncia, mais quatro pessoas participaram do crime.

Repórter Marcelo Ricetti