Foto: Marcelo Ricetti
Terrazza Panorâmico

Em lembrança pelos 500 dias de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lideranças do PT e apoiadores do petista programaram uma agenda cheia para esta terça-feira, em Curitiba. Pela manhã, houve o tradicional “Bom Dia” dos militantes do partido e uma Roda de Conversa. À tarde, foram recepcionadas caravanas que visitam a Vigília Lula Livre, que está instalada bem em frente à Superintendência da Polícia Federal, onde o líder petista cumpre pena. E à noite, um ato político pacífico, com a juventude das organizações e com lideranças de outros movimentos, marcou o que os simpatizantes de Lula chamaram de “Ato de 500 Dias de Injustiças e Resistência”. O ex-presidente foi preso no dia 7 de abril do ano passado, por corrupção ativa e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato. Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de reclusão e teve a pena aumentada para 12 anos e 1 mês. Durante o ato, o advogado Manoel Caetano, da equipe de defesa, leu uma carta de Lula aos manifestantes, da qual ele foi portador.

Segundo o advogado, Lula é um preso político, que está detido sem provas e injustamente. Por isto, a estratégia da defesa segue o trâmite normal.

Para o presidente do Partido dos Trabalhadores do Paraná, ex-deputado federal Dr. Rosinha, os diálogos revelados entre procuradores da República e o então juiz federal Sérgio Moro devem ser explorados no processo.

Já em relação aos processos eleitorais do ano que vem, com as eleições municipais, e de 2022, com as majoritárias para os governos estaduais, Dr. Rosinha projeta um crescimento do PT.

Repórter Marcelo Ricetti.