Foto: Marcelo Ricetti
Terrazza Panorâmico

Apesar da chuva forte com granizo, que caiu em Curitiba no início da noite desta quarta-feira, o clima para a decisão da Copa do Brasil, envolvendo o Athletico Paranaense e o Internacional-RS, em Porto Alegre, continuou quente aqui na capital do Estado. 

Torcedores das duas equipes, especialmente do rubro-negro, que chegou à segunda final da competição, se reuniram em vários bares da cidade. E a expectativa era grande.

Com a bola rolando, a iniciativa foi do colorado gaúcho, que precisava vencer. Mas foi o Furacão, que ganhou na Arena da Baixada, que marcou primeiro. O jogo continuava nervoso. As torcidas, também. Um pouco mais tarde, foi a vez do Inter balançar a rede.

A partida seguiu assim, com empate em um a um, até o fim da primeira etapa. Ainda em vantagem, os torcedores do Athletico continuavam confiantes no título, como o estudante Jonas Palmares.

O também estudante João Gonçalves Silva sabia que o jogo continuaria difícil. E apostava neste empate, até o final.

Entre os torcedores colorados que estavam no bar, a professora de sociologia Dhyeisa Rossi queria o título. Nem que fosse nos pênaltis.

E o publicitário Jean Carlos Blanco tinha esperança que o Internacional fizesse os gols que faltavam, no segundo tempo, para a conquista direta do bicampeonato.

Intervalo de apenas quinze minutos, e veio o segundo tempo. Mesmo com alterações técnicas e táticas, nada deu certo para o alvi-rubro do Rio Grande. O Athletico também teve modificações importantes, que garantiram a consistência do time. E no fim, resultado de uma excelente jogada pela esquerda, a equipe paranaense fez o gol do título, para a explosão de alegria de uma torcida absolutamente fanática.

Para muitos, como o advogado Wesley Bueno, o título da Copa do Brasil é a coroação de um ano de glórias para o Furacão.

E para quem foi a todos os jogos na Arena da Baixada, como o representante comercial Marcos Peder, a conquista rubro-negra foi um verdadeiro prêmio.

Repórter Marcelo Ricetti