Foto: Pixabay
Terrazza Panorâmico

O dono do Grupo Bitcoin Banco, Claudio Oliveira, teve os bens pessoais penhorados. Segundo informações do jornal Valor Econômico, a ação de sequestro de bens inclui a chácara e a casa dele, em Curitiba, além de obras de arte, quadros, relógios, joias e até sapatos importados, de grife.

A decisão foi obtida na Justiça, pelo advogado Gustavo Bonini Guedes. Ele representa clientes de Oliveira, que têm, juntos, R$ 13 milhões a receber e aguardam pelo cumprimento de um acordo que já foi firmado.

A ação mobilizou o grupo de clientes, que se manifestaram em aplicativos de mensagens. E reforçou boatos de que ele estaria com viagem marcada para a Suíça, na Europa.

Desde maio, os investidores não conseguem sacar os recursos que estão aplicados nas plataformas NegocieCoins e TemBTC, de propriedade do empresário: nem em dinheiro e nem em criptomoedas.

Badalado em colunas sociais, como o detentor da plataforma de maior volume transacional do mundo, com movimentação diária de US$ 900 milhões por dia em abril, Claudio Oliveira se vê, agora, em meio a planos para resolver a crise. Inclusive o de criar uma moeda própria, que teria validade apenas na rede dele. 

Repórter Marcelo Ricetti.