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O Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico do mundo. Por ano, são produzidas 1.500 toneladas. A estimativa, de acordo com um relatório internacional elaborado pela Universidade das Nações Unidas (UNU), é que, em média, cada brasileiro jogue fora mais de 8 quilos de eletrônicos somente em 2018.

De tudo isso, apenas 3% são coletados de forma adequada e reciclados.

O superintendente de controle ambiental da prefeitura de Curitiba, Edelcio dos Reis, explica que os prejuízos para a natureza, em função do descarte incorreto do lixo eletrônico, são muitos, já que eles podem liberar substâncias contaminantes para o solo e lençóis freáticos.

Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos são os fabricantes de equipamentos que devem fazer a chamada logística reversa, ou seja, recolher os produtos sem uso para que não causem prejuízos ao meio ambiente.

Mas Reis destaca que Curitiba também tem o serviço público de coleta dos resíduos tóxicos, como lâmpadas, toners de impressão, restos de tintas, pilhas, baterias, medicamentos vencidos e o lixo eletrônico como monitores antigos, computadores, celulares, televisores e câmeras fotográficas.

Além do serviço rotineiro, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap-PR) vão recolher lixo eletrônico no próximo sábado, das 9h às 17h, no Parque Barigui, no estacionamento da BR-277.

A ação faz parte da programação do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no último dia 5 de junho, conforme a Organização das Nações Unidas. O calendário com as paradas do ônibus que recolhe lixo eletrônico nos terminais está disponível no site da CBN Curitiba.

Repórter Francielly Azevedo

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