Reprodução Facebook

Me perguntam o que pode acontecer com a vitória do Trump nos Estados Unidos.
Pois bem, o isolacionismo da maior economia do mundo num mundo economicamente conectado não é nada bom.
Portanto, melhor do que está não fica.
Com o avanço das comunicações, da informação abundante, da tecnologia presente em todos os setores das atividades humanas, a prosperidade das nações depende cada vez mais de colaboração, de parcerias, de quebra de barreiras e de uma visão mais abrangente e solidária do planeta em que vivemos.
Logo, um radical republicano- aliás todos o são-, um extremista, xenófobo, isolacionista, preconceituoso, egoísta e bélico no comando da maior nação do mundo não pode trazer boas perspectivas.
E o meu brilhante colega Arnaldo Jabor que pensava que o George W. Busch era a besta do apocalipse!
Li certa vez existem políticos que têm tudo para arrastar o povo: uma voz terrível, um caráter perverso e um rosto incrivelmente descarado. Em suma, todas as qualidades para governar ignorantes.
E todos nós já ouvimos que o ser mais perigoso é o radical com iniciativa.
Na história da civilização, o progresso e o bem-estar esteve associado a nações que construíram pontes e a miséria, o fanatismo e a derrocada a nações que construíram muros.
Mais um império pode estar chegando ao seu ocaso porque ninguém pode ser grande me fazendo sentir que sou pequeno.

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