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Terrazza Panorâmico

Passei pela Itália na semana passada.

A crise arrefeceu, em relação à última vez que lá estive, em 2.012.

Como gosto, conversei com motoristas de taxi, garçons e vendedores para saber a realidade do país.

Finalmente, veem prosperidade logo à frente, algo que confirmei pelo grande número de novos imóveis e de novas estradas, pontes e túneis.

Também vi muitos cidadãos locais comprando nas lojas e consumindo nos restaurantes.

Situação completamente diferente da brasileira, com lojas vazias, imóveis encalhados, gente perdendo emprego e nenhuma obra governamental.

Me perguntaram lá se eu via possibilidade de o Brasil sair dessa imensa crise econômica logo.

Eu respondi que sim. Que o quadro é muito ruim, porque junto veio a crise moral e a política, mas que, pela primeira vez na história do país, a Justiça chegou forte a expoentes do empresariado e do mundo político. E isso está mudando, sim, o país para melhor.

Quanto à crise política, nenhuma nação está imune, mas, como chega, vai embora após mudanças.

Já quanto à economia, ela depende de confiança na estabilidade de regras para investimentos de longo prazo, os quais dependem da poupança, a qual depende de menos consumo.

Pois, estamos consumindo nada. Quem tem, guarda.

E, assim, parece que só o que falta é definir para onde vamos, para a confiança voltar e trazer junto o investimento.

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