Foto: Pixabay

Nós somos a soma das nossas decisões, de nossas escolhas. O destino pouco tem a ver com nossa história.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que chamamos “minha vida”.

No momento em que se escolhe ser médico, se abre mão de ser piloto de avião.

Ao optar por não ter filhos, abrimos mão de uma experiência única, inigualável.

No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até chegar o momento de escolher entre passar o resto da vida assim ou assumir um relacionamento, com direito a casa própria, orçamento domésticos e responsabilidades.

Escolhas de uma vida: comer carne ou virar vegetariano? Ser empregado ou ter um negócio próprio? É com você.

Todas as alternativas são válidas e todas as opões têm sempre seus prós e contras.

Por isso é tão importante o auto-conhecimento, a observação, ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos e não cultivar preconceitos.

Porque nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, mas fruto de ampla reflexão e, acima de tudo, em sintonia com o que a gente realmente é.

Só aqueles que são e fazem o que sonharam experimentam a felicidade de estar vivo.

O bom é que, enquanto houver vida, dá para reavaliar decisões e mudar de caminho. Não podemos voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos começar agora a construir um novo final