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Terrazza Panorâmico

Pensar grande e pensar pequeno.

Os seres humanos são o resultado de seus pensamentos, assim como as instituições.

Quem pensa em atingir os postos mais altos de sua carreira, provavelmente chegará lá, desde que faça sua parte. E, se não chegar lá, certamente chegará muito perto, sentindo-se realizado como profissional.

Com as instituições ocorre o mesmo, desde que haja planejamento, disciplina e perseverança.

Quando vemos pessoas e instituições que deram certo, imediatamente pensamos: tiveram sorte! Errado: tiveram sonhos e competência de realizá-los.

Dou aqui um exemplo: o Corinthians sempre foi um dos grandes do futebol brasileiro, uma verdadeira religião por aqui, mas sua fama não ultrapassava as nossas fronteiras.

Aí, vem um visionário, que pensou grande, e trouxe, de surpresa, da Europa, um dos maiores jogadores da história do futebol mundial: Ronaldo.

Pronto, o clube mudou de patamar, futebolisticamente e institucionalmente. A exposição na mídia explodiu. Até quem não era corintiano, queria ver o Corinthians por causa do Ronaldo, do Fenômeno.

Para mim, ele chega a ser quase unanimidade. Desacreditado para o futebol, voltou, nos deu o último título mundial e, sem joelhos, tornou-se, de novo, o melhor do mundo.

O resultado foi a conquista da Copa do Brasil, da Libertadores, do Mundial Interclubes e mais títulos brasileiros. Hoje, o Corinthians é conhecido no mundo todo.

Aumentou o patrocínio, os sócios pagantes, a bilheteria, as cotas de tv e a grana no caixa.

Uma coisa que poucos dirigentes entendem é que futebol é espetáculo, e sem estrelas, não há espetáculo, nem plateia, nem grana.