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Não há alegria maior do que ter filhos. Filho é a melhor versão de nós. E criá-los é um grande desafio.

Sempre queremos que eles nos ultrapassem em saúde, inteligência, carreira, realizações e relacionamentos saudáveis.

É inadequado hierarquizar o amor, mas acho que nada é mais forte e incondicional que o amor entre pais e filhos. E nossas responsabilidades com eles são proporcionais.

As espirituais, de longe as mais importantes: orientá-los para uma jornada evolutiva num ambiente cada vez mais individualista e materialista.

Mas temos também as educacionais.

O mundo é tecnológico e está mais dinâmico. O que se sabia ontem, hoje já está ultrapassado. Não basta mais adaptar-se definitivamente a uma nova situação, mas, sim, entrar em um estado de permanente adaptação, para enfrentar as mudanças, as novas dimensões da complexidade e as potenciais oportunidades.

E só uma boa formação educacional instrumentaliza um filho para os novos tempos.

Deixar patrimônio funcionava na época de nossos avós. Hoje, temos que preparar nossos filhos para serem independentes e competitivos. Na sociedade do conhecimento o que importa é ter habilidades e competência.

Vocês, pais e avós, que querem o bem dos seus, não deem smartphone ou tênis neste Natal, mas um plano de previdência para custear a melhor faculdade ou um curso no exterior aos 17 anos.

Ele vai lembrar e valorizar o resto da vida o que vocês lhes deram para toda a vida.

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