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A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e o SPC avaliaram hábitos de gestão das finanças pessoais da Geração Z, que reúne os nascidos entre 1995 e 2010 e hoje têm entre nove e 24 anos. A pesquisa considerou os jovens de 18 a 24 anos.

Eles são os primeiros nascidos em um ambiente tecnológico definido pela mobilidade digital e pela onipresença da Internet e das conexões em rede. Como consequência da hiperconectividade, é a primeira geração a crescer e chegar à vida adulta tendo acesso online e instantâneo, desde cedo, a grandes quantidades de informações. Os chamados nativos digitais.
Pois bem, mais da metade deles afirmam controlar receitas e despesas.

Mais: oito em cada dez entrevistados garantem ter alguma fonte de renda, sendo que a maior parte (36%) trabalha com carteira assinada e 23% estão alocados em trabalho informal ou atuando como freelancers.

O estudo mostra, ainda, que mais da metade dos jovens da Geração Z, ou 52%, possui dinheiro guardado e a maioria se revela conservadora com os investimentos. Mas eles investem em opções pouco ou nada rentáveis: 53% em poupança, 25% guardam em casa e 22% na conta corrente. 

Olha, é estimulante ver que chega uma nova geração mais bem informada, mais responsável e mais previdente. Entretanto, é fundamental fornecer formação previdenciária e financeira adequada nas escolas e universidades, pois de nada vale poupar se não souber investir. Feito isso, essa geração, com certeza, terá um futuro melhor que as anteriores.