Foto: Pixabay

O estrategista florentino Niccolo Machiavelli já recomendava ao príncipe fazer a “maldade” de uma vez só, e no início do principado, e a bondade em doses homeopáticas.

Com sua brilhante perspicácia, ele influencia governos até hoje.

Vem medidas duras por aí já.

Como quem venceu foi um candidato de direita, com um ministro ultra liberal, o que podemos esperar é música para o mercado: estado enxuto, privatizações, reformas- especialmente as que reduziriam déficits- e abertura comercial.

Embora possam parecer duras, essas medidas são o passaporte para o país se tornar definitivamente desenvolvido.

O discurso mofado do Estado protetor e produtor, de tutelar o cidadão, de dar bolsa isso, bolsa aquilo, para mantê-lo no cabresto, de torná-lo dependente de grupos políticos que buscam o poder pelo poder, empobreceu o Brasil e nos atrasou 2 décadas.

Só há uma maneira de tornar cidadãos de 2o. mundo em cidadãos de 1º. mundo: educá-los e instrumentá-los para serem competitivos.

Por isso a receita é: gastar menos, crescimento econômico, emprego, poupança e investimentos.

Assim, para aqueles que me consultaram sobre a Bolsa, minha opinião: ela vai bombar enquanto as intenções do novo governo forem exequíveis. Vai jorrar dinheiro de dentro e de fora do país. E nossas empresas estavam subvalorizadas.

Vamos ultrapassar 100 mil pontos.

Agora, a lua de mel vai só até metade do próximo ano.