Foto: Pixabay

Com 18 anos já era jogador profissional do Coritiba. Meu primeiro emprego, e do qual me orgulho muito.

Aprendi muito em pouquíssimo tempo.

Aprendi que a vida é feita de momentos bons e de momentos ruins. No futebol, o herói da semana passada é o vilão da semana seguinte ao, por exemplo, perder um gol decisivo. As pessoas esquecem rapidamente o que de bom fazemos.

Aprendi que sozinho ninguém faz nada. Você pode ser o melhor no que faz mas, se tua equipe de trabalho for ruim, não se atingem os objetivos e todos perdem. Ao contrário, se houver espírito de equipe, motivação, solidariedade e dedicação, todos ganham e, aí sim, o talento individual se sobressai.

O futebol me ensinou a nunca perder a esperança, pois, com trabalho, podemos dar a volta por cima e voltar a vencer. Aprendi, também, a ser humilde. Toda glória é efêmera. As instituições sobrevivem e nós passamos. O máximo que podemos sonhar é deixar um legado e uma boa lembrança.

Por fim, aprendi com o futebol a conviver com a crítica. E, olha, quando ela é motivada pela paixão e não pela razão ela é muito mais forte. Somos humanos e não podemos agradar a todo mundo o tempo todo.

Mas o mais importante que o futebol me ensinou: os vencedores são os que nunca desistem.

Porque quem não luta pelo futuro que quer deve aceitar o futuro que vier.

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